Novas normas exigem contratação prévia de serviços em solo para combater o mercado paralelo de slots

A Agência Nacional de Aviação Civil estabeleceu novas diretrizes restritivas para a alocação de horários de pousos e decolagens no Aeroporto de Congonhas, localizado em São Paulo.

A medida foi oficializada pelo órgão regulador para coibir o comércio ilegal de horários operacionais, exigindo maior rigor no planejamento das empresas do setor.

A determinação impacta diretamente a aviação executiva, conforme informação divulgada por TURISMO.

Regras para aviação geral em Congonhas

Pelas novas normas estabelecidas pela Anac, os operadores de aviação geral, como serviços de táxi-aéreo e jatos executivos, deverão obrigatoriamente contratar um provedor de serviços de base fixa antes de solicitar horários de operação no terminal paulista.

Combate ao mercado paralelo de slots

Segundo a agência reguladora, o objetivo principal da medida é o combate rigoroso ao mercado paralelo de slots no aeroporto, estabelecendo critérios mais severos para a atuação de operadores privados e de táxi-aéreo na capital paulista.

Fiscalização da concessionária Aena

O diretor-presidente da Anac, Tiago Faierstein, informou que a instituição vai acompanhar e fiscalizar a medida de perto, enquanto a concessionária Aena foi procurada para esclarecimentos sobre a gestão local.

Perguntas Frequentes

O que mudou para a aviação em Congonhas?

A Anac estabeleceu regras mais restritivas para a alocação de horários de pousos e decolagens no Aeroporto de Congonhas, exigindo contratação prévia de suporte em solo.

Quem é afetado pelas novas regras da Anac?

A medida afeta diretamente os operadores de aviação geral, incluindo serviços de táxi-aéreo e jatos executivos que operam no terminal de São Paulo.

Qual o objetivo da exigência de serviços em solo?

A regulamentação busca combater o mercado paralelo de slots e assegurar que as operações tenham estrutura adequada, reduzindo riscos de impactos na movimentação aeroportuária.