Levantamento aponta crise financeira e endividamento recorde sob a gestão de Javier Milei.
A renda dos argentinos sob o governo de Javier Milei não chega ao fim do mês, indicando um grave drama social na economia do país sul-americano.
Segundo o levantamento divulgado pelo Monitor de Opinião Pública de setembro, dois em cada três argentinos ficam sem dinheiro até o dia 20.
A pesquisa foi realizada pela internet entre 22 e 30 de setembro, com 1.438 entrevistas, conforme informação divulgada por cartacapital.
Impacto na renda e na classe baixa
O índice de escassez de recursos é ainda mais alarmante entre os cidadãos de até 40 anos, atingindo 72%, e na classe baixa, onde chega a 83,3%.
Diante da rápida deterioração do poder de compra, o crédito se transforma em um perigoso recurso para as famílias na Argentina.
Aumento do endividamento familiar
O levantamento da Zentrix Consultora aponta que 56,3% dos entrevistados contraíram dívidas nos últimos meses para conseguir sobreviver.
Entre aqueles que recorreram a empréstimos, 55,1% o fizeram para cobrir despesas básicas, como alimentação e saúde, e 21,3% para pagar contas e serviços.
Situação dramática da classe média
Os números da classe média também merecem destaque na economia argentina, com 51,4% ficando sem renda antes do fim do mês.
Além disso, 47,1% da classe média assumem novas dívidas, sendo que 45,6% desse grupo utilizam o crédito especificamente para pagar despesas básicas.
Perguntas Frequentes
Por que os argentinos ficam sem dinheiro antes do dia 20?
Segundo a Zentrix Consultora, a inflação corrói os salários e a renda da população sob a gestão de Javier Milei não acompanha o custo de vida.
Qual é o percentual de endividados na Argentina?
O levantamento aponta que 56,3% dos cidadãos argentinos contraíram dívidas nos últimos meses, principalmente para pagar despesas básicas.
Como o presidente Javier Milei reagiu à pesquisa?
O presidente ultraliberal negou a realidade exposta pelo monitoramento e contestou os dados divulgados nas redes sociais.

