Consórcio Fla-Flu nega pedido do Vasco para mandar jogo contra o Boca Juniors no Maracanã
RESUMO | O Consórcio Maracanã recusou o pedido formal do Vasco para mandar a partida de volta da semifinal da Copa Sul-Americana contra o Boca Juniors no estádi


Vasco teve, outra vez, um pedido negado pelo Consórcio Fla-Flu para usar o estádio do Maracanã. (Matthew Stockman/Getty Images) (Matthew Stockman/Getty Images) RESUMO | O Consórcio Maracanã recusou o pedido formal do Vasco para mandar a partida de volta da semifinal da Copa Sul-Americana contra o Boca Juniors no estádio, alegando desgaste do gramado. A novela envolvendo a utilização do Maracanã ganhou um novo capítulo nesta segunda-feira, 28. O Consórcio Maracanã, administrado por Flamengo e Fluminense, negou formalmente o pedido feito pelo Vasco da Gama para mandar a partida de volta da semifinal da Copa Sul-Americana contra o Boca Juniors, agendada para o dia 20 de outubro.
Esta é a terceira vez no ano que a gestão do estádio rejeita solicitações do clube cruz-maltino — os episódios anteriores ocorreram em confrontos contra o Vitória e o Palmeiras, válidos pela Copa do Brasil. Como justificativa para a negativa, a administração do consórcio apontou o acúmulo excessivo de partidas e a necessidade de preservação do gramado. A negativa gerou forte incômodo nos bastidores de São Januário. Embora a diretoria não descarte recorrer à Justiça para garantir o direito de atuar no principal palco do futebol carioca, o presidente Pedrinho avalia desgastes desnecessários em um tema que já possui acordos de concessão firmados.
Segundo o GE, diante do cenário, cresce nos bastidores do clube a corrente que defende concentrar esforços políticos junto à Conmebol para obter uma liberação excepcional de São Januário. Atualmente, a entidade máxima do futebol sul-americano exige capacidade mínima de 30 mil lugares para jogos de semifinal da Sul-Americana, critério que o estádio vascaíno não atinge em sua configuração atual. "Vou tentar aumentar o espaço de visitante em São Januário. Tenho uma boa relação com o Riquelme.
Vamos tentar dar todo o suporte para o torcedor do Boca em São Januário. Peço que o presidente da Conmebol tenha um pouco de flexibilidade e autorize que eu jogue em São Januário", declarou Pedrinho em entrevista recente. A definição do palco do confronto precisa ser resolvida com urgência, uma vez que o regulamento da competição exige a confirmação oficial do estádio até o início de outubro. O duelo de ida diante da equipe argentina está marcado para o dia 13 de outubro, na Bombonera, enquanto a decisão da vaga ocorrerá no Rio de Janeiro uma semana depois.
A outra chave da semifinal continental será disputada entre Atlético-MG e Montevideo City Torque, do Uruguai. Segundo o GE, a tensão nos bastidores entre a diretoria do Vasco, a administração do Maracanã e o Consórcio Fla-Flu ganhou as ruas no último final de semana. Durante a madrugada de sábado para domingo (27), torcedores vinculados ao movimento "Vasco no Maraca" realizaram um protesto nos arredores do estádio, colando cartazes com críticas severas na fachada e na região das bilheterias. A manifestação ocorreu justamente em meio à repercussão do veto imposto ao clube para a realização da semifinal da Copa Sul-Americana contra o Boca Juniors.
O principal motivo da revolta da torcida é a recorrente recusa da concessionária em permitir que o cruz-maltino mande jogos importantes no Maracanã, sob a justificativa de preservação do gramado. Nos cartazes afixados pelo grupo, os manifestantes cobraram o cumprimento rigoroso do edital de concessão pública do estádio, que estabelece o futebol como prioridade absoluta frente a eventos corporativos ou espetáculos de outras modalidades. Entre as frases estampadas nas mensagens, destacavam-se questionamentos diretos: "Superlotação, shows e NFL no calendário e a culpa é do Vasco?", "Respeitem o edital ou revoguem a licitação" e "O Maraca também é do Vasco desde 1950". A polêmica envolve o acordo estabelecido entre o clube e a gestão do estádio, que prevê formalmente a possibilidade de o Vasco disputar até quatro partidas como mandante no local por temporada.
Até o momento, o time cruz-maltino utilizou o Maracanã em apenas duas ocasiões no ano, ambas em clássicos contra o Fluminense válidos pelo Campeonato Brasileiro e pela Copa do Brasil, tendo pedidos negados em outros momentos cruciais — como nos duelos diante de Vitória e Palmeiras. Além do protesto na praça esportiva, manifestações semelhantes ocorreram em outros pontos estratégicos do Rio de Janeiro, passando por São Januário, pelo Aterro do Flamengo e pelo Palácio Tiradentes, sede da Alerj. 13/10 (terça-feira, 21h30) – Boca Juniors x Vasco da Gama (Estádio La Bombonera, Buenos Aires) | Transmissão: SBT e Paramount+ 14/10 (quarta-feira, 19h00) – Atlético-MG x Montevideo City Torque (Arena MRV, Belo Horizonte) | Transmissão: ESPN e Disney+ O consórcio negou a solicitação do clube para mandar o jogo contra o Boca Juniors no estádio, citando o desgaste do gramado. Esta foi a terceira recusa da administração do estádio ao clube nesta temporada, após vetos em partidas contra Vitória e Palmeiras.
O clube avalia lutar na Justiça ou tentar uma liberação especial junto à Conmebol para mandar a partida em São Januário. A entidade exige que as arenas que recebam esta fase da Copa Sul-Americana tenham capacidade para pelo menos 30 mil pessoas. O confronto de ida ocorre na Bombonera em 13 de outubro, e a partida de volta será realizada no Rio de Janeiro em 20 de outubro de 2026. Outra novidade será o acesso privativo dos jogadores ao estacionamento do estádio, garantindo maior comodidade e privacidade nos dias de jogos e treinamentos Baku voltou a entregar aquilo que historicamente caracteriza essa corrida: imprevisibilidade O plano, que será debatido no Conselho Diretor do banco estatal, prevê que a instituição financeira explore comercialmente o nome da praça esportiva para dar a dívida como quitada.
Aos 40 anos, o arqueiro viu seu número de seguidores explodir e transferiu-se para o Colo-Colo após atuações históricas no Mundial, mas lamenta a perda de tranquilidade e o assédio constante.
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