BTG mira estudante no exterior com conta, crédito e débito e acesso a investimentos
O BTG Pactual (do mesmo grupo controlador da EXAME) e a Brazilian Student Association (BRASA) fecharam uma nova frente de parceria para oferecer serviços financ


BTG Pactual com BRASA: iniciativa, divulgada nesta segunda-feira, 28, amplia uma relação entre o banco e a associação que começou em 2014 (Leandro Fonseca/Exame) O BTG Pactual (do mesmo grupo controlador da EXAME) e a Brazilian Student Association (BRASA) fecharam uma nova frente de parceria para oferecer serviços financeiros a brasileiros que estudam no exterior. A oferta inclui cartão de crédito, conta internacional em dólar e acesso a investimentos nos Estados Unidos e no Brasil. Estão inclusos o Cartão de Crédito BTG Pactual Black, com limite de até US$ 6 mil e sem exigência de histórico de crédito no exterior, além de uma Conta Internacional em dólar com cartão de débito. Os estudantes também poderão acessar investimentos nos mercados americano e brasileiro diretamente pelo aplicativo do BTG.
A iniciativa, divulgada nesta segunda-feira, 28, amplia uma relação entre o banco e a associação que começou em 2014. Até então a parceria estava concentrada principalmente em formação, eventos, mentoria e recrutamento. Fundada há 12 anos por estudantes brasileiros em universidades estrangeiras, a BRASA reúne atualmente mais de 15 mil membros em mais de 125 universidades. Para o BTG, a ampliação coloca o banco em contato mais direto com uma comunidade de brasileiros que vive uma rotina financeira entre dois países.
O estudante passa a ter despesas em dólar e uma conta local no exterior, mas mantém vínculos financeiros com o Brasil — combinação que está no centro da nova oferta. "O crescimento da mobilidade internacional dos brasileiros cria novas oportunidades e demandas para instituições que desejam acompanhá-los ao longo da vida. O BTG Pactual tem investido no fortalecimento de sua presença nos Estados Unidos para oferecer uma experiência cada vez mais integrada aos seus clientes", afirma Roberto Sallouti, CEO do banco. "A ampliação da parceria com a BRASA reflete essa visão de longo prazo e reforça nosso compromisso com uma geração de brasileiros que constrói sua formação e sua trajetória profissional em um ambiente cada vez mais global", diz.
Entre os benefícios previstos estão quatro anos de isenção de mensalidade do cartão, pontos ou cashback, IOF zero em compras internacionais e acesso a salas VIP. A possibilidade de obter o cartão sem histórico de crédito no país de destino também é uma das características destacadas pelo banco. A Conta Internacional permite que o estudante tenha uma conta local em dólar dentro do BTG Pactual nos Estados Unidos, com transações locais durante sua permanência no país. A operação americana do banco passou recentemente por uma expansão, apoiada por aprovações regulatórias do Federal Reserve e do Office of the Comptroller of the Currency (OCC).
A estratégia também amplia os pontos de contato do BTG com estudantes que podem se tornar clientes e profissionais do banco no futuro. Segundo o BTG, a instituição já recruta brasileiros de universidades estrangeiras para programas de summer internship e contrata profissionais da rede da BRASA. A associação afirma que uma pesquisa recente, realizada com mais de mil estudantes brasileiros no exterior, mostrou que a maioria pretende retornar ao Brasil depois da formação. No mesmo levantamento, o BTG Pactual aparece como a empresa mais desejada para trabalhar entre os entrevistados.
A parceria já inclui o apoio do banco a conferências como a BRASA Summit Américas, descrita pela associação como o maior encontro de estudantes brasileiros na América do Norte, além de iniciativas no Brasil, na Europa e no Vale do Silício. A oferta está disponível para usuários cadastrados por meio do BRASA ID, de acordo com os critérios de elegibilidade da solução. Aquisição avaliada em até £ 10 bilhões, levanta dúvidas sobre preço, execução e capacidade do Nubank de manter a eficiência, dizem analistas O Ibovespa sobe 10,3% desde 18 de agosto, quando o índice começou a se recuperar; agora, desafio é calibrar o risco eleitoral Programa que autoriza recompras até janeiro de 2028 chega a US$ 235 bilhões e supera recorde da Apple Ativos no exterior são pressionados por alta do petróleo após Trump rejeitar plano para reabertura de Ormuz
Conteúdo originalmente publicado por exame. Reproduzido com fins informativos.